quinta-feira, 17 de maio de 2012

Ah, se fosse sempre assim

Nós que nos acostumamos a ver Felipão reclamando de falta de hombridade por parte dos dirigentes alviverdes, falta de jogadores de qualidade,  reclamando por ter atletas de pouca expressão, jogadores rebeldes, pelo cachorro fazer xixi fora do lugar e papagaio falar fora de hora, parece que o pentacampeão aproveita a boa fase na Copa do Brasil para acalmar os ânimos e, mais do que isso, aumentar o dos seus atletas.

- Ele está bem, está dando sorte com o bigode, com a barba, sei lá o que ele fez. A gente não tem perdido, tem jogado razoavelmente bem. Então, continua com bigode, barba, o que quiser fazer - brincou Felipão com o camisa 10 do Verdão, Valdívia.

Após o bom resultado fora de casa contra o Furacão, com o placar de 2 x 2 (sem contar o gol irregular do Atlético-PR e dois pênaltis não marcados à seu favor), Scolari deve continuar assim, mas que fique bem claro que todo jogador quando tem mais confiança, joga melhor. Com a confiança do técnico, nem se fala. Talvez é isso que tenha faltado nestes últimos resultados desastrosos do Palmeiras, já que o humor do Felipão e até o timbre de voz, não eram como o dessa noite passada já há algum tempo. 




Por falar nisso... e aí Felipão, gostou do novo uniforme do Palmeiras?

terça-feira, 15 de maio de 2012

E agora, Jobson?

Da série "Nós bem que avisamos", o blog JOGADAdeMESTRES relembra uma publicação do dia 22/08/2011. Pois é, parece que de lá pra cá, nada mudou...




E agora, Jobson? 
A festa acabou, a luz apagou. Você que mostrou o que pode fazer, tirou o Botafogo de um rebaixamento, marcando dois belos gols na penúltima rodada contra o São Paulo, fazendo o seu na última partida contra o Palmeiras, se tornou ídolo do alvinegro carioca, passou seis meses inativo e deu a volta por cima. Tempo depois acertou com o Atlético-MG, mas não aguentou por muito tempo.

E agora, Jobson?
Está sem time, está sem discurso, está sem carinho porque bebe e fuma. Achou que os dias estavam contados para voltar ao Rio. O dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio. Pediu ao presidente do Alvinegro que lhe desse uma última chance. Pedido negado pelas faltas em treino, desunião e falta de comprometimento.

E agora, Jobson?
Suas doces palavras nas entrevistas, sua gana de dar a volta por cima, sua vontade de sair do vício, de se desprender das drogas, de querer voltar a ser um grande jogador, sua justiça, e agora?
Renê Simões confiou no jogador, deu a chance que outros se recusaram a propor. Jobson contratado pelo Bahia no início de 2011. Prometeu gols, prometeu esforço, prometeu mudar. Queria mudar. Se esforçou. Fez gols importantes, conquistou a torcida tricolor. Será que finalmente deu certo? Com a chave na mão quis abrir a porta. Não existe porta.

Jobson, e agora?
Se você gritasse, se você se esforçasse, se você ganhasse, se você corresse, se comparecesse, se jogasse, se fosse...
Mas você não morre, você é duro, Jobson!
Agora sozinho, tem de pensar se continua jogador, se continuar baladeiro. Ainda não conquistou nada, não pode se dar ao luxo de fugir das críticas. Quem te apoia? Sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, Jobson!
Jobson, para onde?

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Tóis contra rápa!

Responda rápido: Há quanto tempo não existe uma equipe que faça com  uma frequência tão grande mais de cinco gols por jogo?

Responda mais rápido ainda: Há quanto tempo um jogador brasileiro não bate tantos recordes?

Por último: Qual foi a última vez em que houve uma combinação tão certa, em que se encaixa o melhor técnico do Brasil com o melhor elenco e o melhor jogador?

Corintianos devem ficar empolgados com a boa fase na Libertadores? Sim, claro! A melhor dupla de volantes do país, com uma das defesas menos vazadas da história do Campeonato, não é pra qualquer um.

E o Fluminense estrelado? Já venceu dois dos favoritos (Internacional e Boca Juniors), coisa que nenhuma equipe teve a chance e capacidade de fazer ainda nesta competição. Deve ficar entusiasmado também.

E o Vasco? Um pouco abaixo destes outros concorrentes, mas não desiste nunca. Por falar nisso, há muito tempo não via tantos jogadores cobrarem penalidades com tanta tranquilidade. Ou há muito tempo, ou nunca.

Tantas perguntas mas... dá pra perceber que as perguntas feitas sobre a equipe do Santos não se encaixa em nenhuma outra?

Agora acho que já da pra responder rápido: Qual é o favorito para vencer a Libertadores?


quinta-feira, 3 de maio de 2012

O último que sair apaga a luz!

Nos últimos dias e semanas, o que não falta na Sociedade Esportiva Palmeiras são notícias relacionadas a saída de jogadores. Certo mesmo, ou praticamente definidido, são seis jogadores deixando o clube: Fernandão, Ricardo Bueno, Gerley, Chico, Tinga e Pedro Carmona. Os destinos são os mais variados, passando por Atlético-PR, Bahia, Coritiba, Ceará e São Caetano.

Pedro Carmona chegou do Criciúma como promessa, mas nunca vingou no Palmeiras
A torcida pode, por um momento, gostar das informações, uma vez que esses jogadores citados nunca caíram realmente no gosto dos palestrinos. Mas é melhor os torcedores pararem para pensar se o que está acontecendo é realmente bom para o clube. Os cinco jogadores, mesmo não sendo titulares, compunham o elenco e formavam um banco de reservas razoável.
Agora, o técnico Luiz Felipe Scolari, que já acumulava muitos problemas para resolver, terá que quebrar a cabeça para formar um novo grupo de jogadores para compor o banco de reservas. Alguns podem dizer que a diretoria alviverde já está se mexendo, afinal trouxe Mazinho, Fernandinho Galhardo, ambos do Oeste, e solicitou a volta do meia Felipe, emprestado ao Mogi Mirim, uma das surpresas do Campeonato Paulista.

Felipão terá muito trabalho para arrumar o Palmeiras para sequência da temporada
Uma solução para Felipão pode ser recorrer a jogadores da base. Muitos surgiram como promessa na Copa São Paulo de futebol júnior, mas poucos foram utilizados na equipe profissional. Nomes não faltam. Gilsinho, Ramos, Patrick Viera, entre outras apostas atuais, como João Denoni, Bruno Dybal, Wellington e Diego de Souza.
Resta saber se estes reforços e jovens jogadores irão suportar o clima instável do Palmeiras, afinal, as terras do time de Parque Antarctica parecem ser mais um campo minado, do que um campo de futebol.

João Denoni, uma das jovens promessas da base alviverde